Como se ali fosse seu eterno lugar.
Rezando com lamentações.
E de sua voz de veludo que reza sem cessar.
Suas companheiras de luar.
Nenhuma tristeza elas irão encontrar.
Hey! Essa poesia, na verdade, é usada como uma inspiração para um
projeto de
pseudolivro homônimo que se passa na segunda guerra (também,
uhulles o/).
Hm, queria dizer
também que estou com um
projeto novo que, na verdade, não é
exatamente um livro. Se chama
She might not make it home tonight (usem a sigla
SMT, é
beeem mais fácil). Ele é é dividido em três
looongas one-
shots (
shuahsuahus explicando a graça:
One-
shot na verdade significa uma história bem curta de um capítulo), a primeira que se chama
Singularity (Singularidade, quando vocês leram vão ler essa palavra muitas vezes) e eu já comecei a escrever, posso dar uma prévia
haha.
Ela é baseada na
fanfic Unschärfe da autora
Vick Weasley e na música
Get Up do Barcelona. Essa
fic,
Unschärfe (que quer dizer
embaçado em alemão) é bastante
pesadinha, ela é
rated M (Mature, no
fanfiction.
net que significa que não é recomendada para menores de 18 anos), possui cenas de sexo explícito, estupro e morte. E é ainda
Dramione. Ta aí uma prévia
grandinha de
Singularity:
A angústia estava presa em seus olhos enquanto aquelas duas grandes amêndoas despejavam lágrimas solitárias procurando por ajuda. Eu estava ali, senhores. E eu não era capaz de fazer qualquer movimento para mudar a situação, não apenas pela dor na juntura de meus ossos e a ardência dos meus músculos, era porque eu era fraco. Fraco o suficiente para não abrir mão de meu orgulho por ela. Mas eu não o faria hoje ou amanhã. Não, senhores, chamem-me de covarde, mas eu simplesmente não o faria.
[...]
Preciso começar de onde tudo nos levou. Nos: Pronome pessoal oblíquo da primeira pessoa do plural. Plural. Talvez, essa poderia ser a palavra mais certa e a mais errada para definir o começo. Talvez, por sermos tão singulares que se nos juntássemos, o plural fizesse sentido afinal. E tudo porque obsessão, senhores, não é tão singular quanto aparenta.
[...]
Meu ódio por ela não era centrado por algo que ela fizera, sua inocência me enojava. Mas de algum modo, por alguns segundos – devo dizer –, meu desejo não foi de jogar uma nota de dez libras no balcão e sair. E então eu segui para mais uma das ações da qual me arrependi. Levantei-me, não com o intuito de ir, e meus, amaldiçoados sejam, pés seguiram até a mesa onde ela sentara. E isso foi um erro. Pois ao me colocar de frente a ela, quebrei toda a singularidade que tínhamos e que ela nunca iria notar em mim, pois ela era inocente demais para isto. Vi os poucos raios de sol iluminar seus cachos e ela não mencionou dizer nada, apenas insinuou um leve sorriso com o canto dos lábios.